CINTO DE SEGURANÇA NO BANCO DE TRÁS SALVA VIDAS. ATÉ DE QUEM ESTÁ NO BANCO DA FRENTE.

  

Vídeo mostra o perigo que quem anda solto no carro oferece a todos os demais.

 

O motorista corre duas vezes mais risco de morrer em um acidente se os passageiros do banco de trás estiverem sem cinto de segurança. Mais da metade dos passageiros mortos em acidentes de carro nos EUA estava sem cintos no banco de trás. Isso deveria ser motivo suficiente para você usar o equipamento, mesmo nos assentos traseiros. Mas o IIHS (Insurance Institute for Highway Safety, ou Instituto de Seguros pela Segurança Rodoviária) ainda fez o vídeo acima para mostrar por que não se deve bobear.

 

Veja como o passageiro do banco de trás comprime o motorista contra o volante e contra o airbag deflagrado. Se não houvesse uma bolsa de ar por ali, o impacto seria ainda pior. Fora que o cinto de segurança do motorista continua tentando mantê-lo no lugar, mas ele é feito prevendo que o banco não será forçado para a frente. Como foi no caso do vídeo acima. Segundo o IIHS, as pessoas que não usam cintos no banco de trás dizem que não o fazem porque se sentem mais seguros. Como o sapo dentro da panela que esquenta devagar. E morre cozido.

 

Se o vídeo de abertura desta matéria não impressiona, não se pode dizer o mesmo sobre o imediatamente embaixo. Ele ficou famoso no mundo todo. E diz que Julie, a motorista, conhecia seu assassino. Como a maioria das vítimas. Recomendamos cautela ao assisti-lo. O vídeo e a mensagem são bem fortes. Como, aliás, devem ser fortes todos os alertas sobre segurança, sob pena de passar a mensagem errada sobre a urgência da precaução. 

 

ATENÇÃO!  IMAGENS FORTES!

 ATENÇÃO!  IMAGENS FORTES!

 

Você pode até sentir saudades do tempo em que ninguém usava cintos de segurança, dizer que ele incomoda ou qualquer bobagem do tipo. Como aquela em que incorre quem diz que andava solto no carro quando criança e que está vivo até hoje. A falácia é tão evidente que nem mereceria refutação, mas sempre tem quem não a perceba: quem morreu no caminho não está aqui para contar história. E foi muita, muita criança que não cresceu para dar testemunho de boas práticas no trânsito. Não seja esse cara. Nem o que anda sem cintos de segurança no banco de trás. Se não por sua integridade física, pela dos outros ao seu redor. Use o cinto em qualquer banco.

 

CINTO DE SEGURANÇA NO VOLVO XC90 

 

HISTÓRIA DO CINTO DE SEGURANÇA

 

Imagine se alguém inventasse um produto inovador que salvasse mais de 1 milhão de pessoas num espaço de aproximadamente 50 anos. Foi isso que Nils Bohlin, engenheiro sueco, fez enquanto trabalhava para a Volvo na década de 50: ele é reconhecido como o criador do cinto de segurança de três pontas, o tipo mais comum em veículos hoje e um dos símbolos da evolução da tecnologia automotiva na parte de segurança.

 

A patente da invenção foi cedida a Bohlin pelo Escritório de Patentes dos Estados Unidos, o USPO, em 1962. Basicamente, o acessório consistia em duas fitas que se uniam em torno do quadril do motorista e que conseguiam manter seguras as porções superiores e inferiores do corpo.

 

Bohlin explicou, no documento enviado para oficializar a patente do cinto de três pontas, que o objetivo é “fornecer um cinto de segurança que, independentemente da força da estrutura do banco e de sua conexão com o veículo de uma forma física e fisiológica, retenha tanto a parte superior quanto inferior do corpo da pessoa ‘presa’ ao cinto contra a ação de forças direcionadas para frente e que seja fácil de afivelar e desafivelar”. O engenheiro levou menos de um ano para desenvolver o acessório.

 

Nos Estados Unidos, o cinto de segurança se tornou obrigatório na produção dos veículos em 1966, valendo para modelos a partir de 1968. No Brasil, o uso mandatório do cinto em todas as situações foi instituído apenas em 1997 – até então, era obrigatório apenas nas rodovias.

 

A Volvo, por sua vez, já utilizava o cinto de três pontas desde 1959 e fez questão de tornar a patente aberta para que outras montadoras pudessem utilizar o mesmo modelo – algo que felizmente foi feito.

 

 HISTÓRIA DO CINTO DE SEGURANÇA 

 

 

 

 

Fonte: MOTOR1

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